O Plenário do TSE, por unanimidade, manteve a decisão do TRE-PR que multou por litigância de má-fé uma candidata a vereadora de Munhoz de Mello/PR. Atuando em causa própria, ela apresentou decisões inexistentes geradas por inteligência artificial em ação contra candidato a prefeito nas Eleições de 2024. O relator, Ministro Antonio Carlos Ferreira, reconheceu a importância da IA no Judiciário, mas condenou seu uso para fraudes.
Processo CivilLiquidação e Cumprimento de Sentença
A controvérsia consiste em definir se são cabíveis honorários de sucumbência em decorrência da extinção do cumprimento provisório de sentença, quando o acolhimento da impugnação não acarreta a…
Direito AmbientalProcesso PenalCompetência
O fato de a variedade vegetal envolvida no crime ambiental constar de lista oficial de espécies ameaçadas de extinção não é suficiente para a fixação da competência da Justiça Federal quando ausente…